Que país é esse? Será que algum dia essa pergunta deixará de ser feita? Perguntas, aliás, são o que mais tenho a respeito do Brasil e quase todas com respostas desesperançosas. Começando pela educação, que não temos, chegando à ética, que nos falta, tudo se encontra dentro desse intervalo.

Vejamos o futebol, o ópio do povo, o maior esporte do país, em franca decadência e em inexplicável inércia. Depois dos sete e de eliminações vergonhosas, a incompetência dos gestores foi mostrada, começando pela confederação (CBF) e chegando aos clubes. Nada foi feito e nada será, a não ser que os sete se transformem em 14, 21...

Mundialmente o esporte já se transformou num negócio bilionário, onde a gestão executiva e competente é necessária. Planejamento, metas e resultados, são termos extraterrestres para nossos “executivos”, os antigos que chegaram e não querem sair e os mais novos, que a convite dos que já estavam, chegam com seus currículos fartos de inexperiência profissional. Alguns até grandes atletas, agora gordos, em seus anseios pessoais. Por sinal, totalmente pessoal e interesseira tem sido a administração no nosso futebol, dando a impressão que não é mais dos brasileiros, mas apenas de alguns.

E esses “donos” são míopes na hora de enxergar os problemas, certamente reflexo de sua péssima educação que não os permitem ser gestores. Como também, possuem um caráter volátil aos interesses coletivos (deu pra entender?).

Até quando?